Beyoncé sai no prejuízo vendendo imóvel em Miami



Em 2002, a cantora Beyoncé comprou uma cabana em Miami, na Flórida,
 por US$ 465 mil, apenas para trocar de roupa em um loca,
l mais próximo à piscina. Ao vender o imóvel em novembro deste ano, Beyoncé,
 saiu com um prejuízo gigantesco.
De acordo com o site TMZ, Beyoncé perdeu na negociação cerca de:
 US$ 355 mil na venda do imóvel, ela recebeu,apenas 25% do preço,
 que pagou.  A cantora ainda não se manifestou sobre o caso.
Pode ser que Beyoncé nem sinta falta do dinheiro. O que é muito provável,
 já que de prejuízo Beyoncé já está acostumada: 
a cantora também está sendo processada pela produtora de videogames
 "Gate Five. A honey-B" , por causar um prejuízo de 100 milhões de dólares,
aos donos da companhia. 
Com os outros ou com ela mesma, de prejuízo Beyoncé entende!

À vontade no Milan, Robinho aponta razão do sucesso na Itália: É carinho


Em Milão, Robinho garante: está em casa. O aconchego é fruto de uma herança construída por nomes como Dida, Serginho, Cafu e Kaká. No Rossonero desde a temporada passada, o atacante transmite espontaneamente um sentimento repetido inúmeras vezes em palavras durante a entrevista concedida ao GLOBOESPORTE.COM no centro de treinamento de Milanello: felicidade.

- Me sinto em casa no Milan, sim. Graças a Deus. Estou passando por um momento muito bom. É um clube que adora brasileiros, nos trata muito bem. Estou a cada dia mais adaptado. Sou muito feliz aqui. Esse carinho, essa receptividade desde o começo. Eu não esperava que fosse assim tão bom.

Em paz na Itália, Robinho admitiu que escolhas equivocadas retardaram seu sucesso em gramados europeus. A transferência para o Manchester City, por exemplo, era algo que o ex-santista disse que não repetiria: nem pela forma que deixou Madri, muito menos pelo destino. Os tropeços do passado serviram de aprendizado, ao ponto de apoiar Neymar na decisão de prolongar por mais alguns anos a permanência no Brasil.

Durante o bate-papo, Robinho mostrou que hoje em dia realmente tenta ser mais objetivo: não pedalou para cima de nenhuma pergunta e respondeu com firmeza sobre passado, presente e futuro. Em pauta, a trajetória europeia, o talento do filho Robson Jr., de 3 anos (divulgado em vídeo na internet), Neymar, Kaká, Ronaldinho, Adriano, Mundial de Clubes e, obviamente, Seleção Brasileira, para a qual não foi chamado nas duas últimas convocações:

- Eu respeito. A concorrência é sempre muito grande, e vou continuar trabalhando para ser convocado. Até a Copa de 2014 muita coisa vai acontecer.


Confira toda a entrevista com Robinho:

O Milan é sua terceira casa na Europa, mas parece que agora, sim, você se encontrou, está mais à vontade, mais feliz. É isso mesmo ou é só impressão?

É, sim. Graças a Deus. Estou passando por um momento muito bom no Milan. É um clube que adora brasileiros, nos trata muito bem. Estou a cada dia mais adaptado. Sou muito feliz aqui. Estou muito contente.

Qual a diferença do que você encontra em Milão para o que tinha em Manchester, em Madri?


Em Madri era muito bom também. É um clube excelente, de ponta, o futebol espanhol é mais fácil para o jogador brasileiro se adaptar. Porém, tinha aquela ciumeira na minha época com brasileiro, estrangeiro. Aqui, é diferente. Eles nos tratam superbem.

 Até no Manchester City já era bom, mas em campo era muito diferente. O futebol inglês é de muita força, e para o jogador brasileiro se adaptar é complicado. Ainda mais quem joga na frente e é leve, como eu. No Milan, só há coisas boas. Eles amam os brasileiros. Falam sempre muito bem de todos que passaram por aqui.

A diferença, então, é esse carinho maior com que te tratam no Milan?

Exato, exato. Esse carinho, essa receptividade desde o começo. Eu não esperava que fosse assim tão bom.

Como que é o ambiente no vestiário? Já soube que um pessoal canta aquela música do Michel Teló, “Ai se eu te pego”, dança... É isso mesmo? Já ensinou alguma dancinha?

(Risos). Eles gostam muito, gostam bastante dos brasileiros. O carinho é enorme. Até hoje, falam muito do Kaká, Serginho, Dida, Cafu... O próprio Fenômeno, que fez mais história no Inter, é muito bem visto. Agora, estamos fazendo a nossa história. Claro que jogador brasileiro quando fica no banco fica chateado, p. da vida, mas é algo normal no futebol.

Queria que você falasse também sobre o seu estilo. Temos visto no Milan um Robinho mais tático e com menos pedalada...

É. Acho que eu dei uma mudada na maneira de jogar. Hoje prefiro um chute para o gol do que uma pedalada. Mas sem perder a alegria, claro. Isso temos que ter sempre. Só que o futebol europeu me fez aprender a jogar mais para o time e deixar um pouco de lado a individualidade.

Como que tem sido sua vida na Itália?

É bem tranquila. Treino todos os dias, busco meu filho na escola. No mais, fico em casa. Às vezes, o Pato vai lá. Jogamos um videogame, uma bola, fico tocando cavaquinho, saio para jantar à noite de vez em quando. Gosto de comida japonesa, então vou ao restaurante do Seedorf. Vou também na casa do Julio Cesar, que joga no Inter, mas deixamos a rivalidade só para dentro do San Siro. Escuto um samba com o Maicon. O pessoal também costuma ir na minha casa para ver os clássicos do Brasil, assistimos a jogos do Santos.

Hoje, vivendo sua melhor fase na Europa, você olha para trás e pensa também que pode ter errado em algumas escolhas nas épocas de Real e Manchester?

No Madrid, eu queria sair por estar insatisfeito com o clube, que não estava me valorizando como eu queria no momento. Mas acabei indo para um futebol no qual é totalmente difícil um jogador brasileiro se adaptar. Hoje, eu até sairia, mas não sei se para o City, com todo respeito ao clube. A questão é a Inglaterra em si, que é um país que não é tão bom para o meu futebol. Mas não me arrependo de ter saído. Me arrependo da forma como saí do Madrid, brigado. Isso não é bom para minha imagem, nem para o clube. Agora estou feliz. No Milan, tenho jogado, tenho sido útil para o time. Isso é o mais importante. Claro que no futebol as coisas mudam muito rápido. Depois, o cara fica dois, três meses no banco e pensa: “Ah, quero ir para Seleção, quero jogar”. E já pensa em voltar para o Brasil. Mas agora estou muito feliz.

Como que você viu a opção do Neymar em renovar e ficar mais um tempo no Brasil? Você chegou a dar algum conselho a ele, lembrou da sua história?


Falei com ele das coisas boas e ruins da Europa. Da saudade dos amigos, da cultura diferente. Mas o Neymar fez uma boa escolha. O Brasil está muito bem financeiramente. Talvez, se na minha época fosse assim, eu não teria saído para o Real Madrid. O país tem uma economia boa e os clubes podem pagar um salário maior e manter um jogador como o Neymar. Na minha época, era mais difícil. Ele fez uma boa escolha ao ficar no Santos. O importante é estar feliz, perto dos amigos, da família... E só o futuro vai dizer se foi a melhor opção ou não.

E sobre ele em si? É um jovem que está entre os finalistas do prêmio da Fifa, tem arrebentado. Você acha que ele já está no mesmo nível de Messi e Cristiano Ronaldo?

Acho que ele tem o mesmo nível ou melhor que esses dois. O Neymar vem com um nível muito bom. Porém, na Europa só respeitam jogadores que jogam aqui, né? Existe essa desconfiança sobre o jogador que nunca jogou uma Champions League ainda, uma Copa do Mundo. Na minha opinião, o futebol europeu é tão difícil quanto o brasileiro. 

Aqui, há mais força física, mas a dificuldade é igual. Às vezes converso com alguns diretores e eles falam: “O Neymar está bem porque está no Brasil. Vamos ver se vai fazer isso na Europa”.

O pessoal pergunta muito a você sobre ele?

Aqui no Milan falam mais sobre o Ganso, que o clube tinha a intenção de contratar. Mas, sobre o Neymar, falam muito bem. O Ibra sempre comenta: “Poxa, o moleque é bom, fez gol”. Sempre procuram saber, sim.

O vídeo do seu filho pedalando em Milanello fez muito sucesso no Brasil. Vem um “Pedaladinha” por aí? O garoto tem talento?

(Risos). Pô, eu não gostou muito de falar para não parecer que estou forçando, mas ele faz muito mais coisas que aquilo ali naturalmente. Ele joga o tempo inteiro, só fala de bola, fica com a bola. Eu vou incentivá-lo a praticar esportes. Se virar jogador, vai ser um orgulho. Mas foi engraçado (risos). Todo mundo me ligou. Não imaginei que fosse ter essa repercussão toda. O levei para o CT por ser um dia de treinamento e ele não ter colégio. Ele pediu, eu levei e ficou engraçado. Tomara que ele seja jogador de futebol, mais um jogador do Santos. Vamos ver.

Falando de Seleção, você ficou fora das últimas duas convocações (amistosos contra Costa Rica e México e Gabão e Egito). O Mano te procurou para falar alguma coisa? Disse se estava pensando em testar novos nomes? Como ficou essa relação?

Minha relação com o Mano é ótima. Ele é um excelente treinador. Acho que a Seleção está fazendo um projeto para as Olimpíadas. Eu respeito. A concorrência é sempre muito grande e vou continuar trabalhando para ser convocado. Claro que é difícil, mas a relação com o Mano é ótima. Até a Copa de 2014 muita coisa vai acontecer. Novos garotos estão despontando.



Mas teve algum tipo de conversa? Ele explicou o motivo de não te convocar?

Não. Eu machuquei o púbis (foi cortado do amistoso contra Gana) e liguei para ele para falar que não conseguia jogar, que estava mal. Ele respondeu: “Tudo bem, beleza. Se recupere e continue trabalhando”.

Queria que você falasse sobre três ex-companheiros seus que ficaram um tempo fora da Seleção e, dois deles, estão voltando: Kaká, Ronaldinho e Adriano. Você acha que todos vocês ainda podem ser importantes para Seleção, até pela experiência que têm?

Acho que esse quarteto ainda pode ajudar e muito a Seleção. Não fomos campeões do mundo, e queremos muito. O Kaká já foi, mas não jogando, e o Ronaldinho só em 2002. Podemos ajudar muito. Fiquei feliz por ver o Kaká feliz depois de dois anos difíceis no Real Madrid. É um clube complicado. Vê-lo feliz é muito bom. O Ronaldinho também. Toda imprensa já o colocou fora da Seleção e logo depois, quando arrebentou no Flamengo, pediu o retorno. E o Adriano, que não está em boa forma, mas pouquinho a pouquinho vai voltar a ser o Imperador que sempre foi. Temos que trabalhar sempre com alegria. Seleção vai ser sempre meu objetivo.

Você falou que a Seleção está com um projeto olímpico. Em 2004, você ficou fora de Atenas (a geração de Diego e Robinho foi eliminada no Pré-Olímpico). Estar em Londres é uma meta?


Tudo que é relacionado a Seleção eu estou dentro. Acho que o cara quando é chamado tem que ir. É o nosso país. Tem que ter vontade, alegria, tesão para jogar. Não sei o pensamento do Mano, não sei se vou estar. Até acredito que, para Olimpíada, não. Mas vou me preparar como se estivesse convocado. Para Seleção, é sempre importante estar bem.

E sobre o Santos no Mundial? Você essa semana enfrentou o Barcelona (derrota por 3 a 2 pela Champions League), viu o quanto é difícil. É possível vencê-los?

É possível, sim. A escola deles é muito boa, toca bem a bola, mas atrás fica muito vulnerável. Eu acredito no Santos. É um time que joga para frente, mais ou menos no mesmo estilo.

Você algumas vezes falou do sonho de ficar entre os melhores do mundo da Fifa. Acha que agora, feliz e bem no Milan, é a hora de conseguir?

Isso sempre vai ser um sonho, mas não é uma obsessão. Se eu não for o melhor do mundo, não posso me sentir frustrado por isso. Sempre vou trabalhar pela vontade pessoal de querer sempre o melhor. Se acontecer, ótimo. Se não, vou seguir jogando meu futebol. Há muitos jogadores que não conquistaram esse prêmio e estão marcados na história. Mas é um sonho que espero realizar.


> Quando o jogador é simpático se vê a diferença não é?


Paula Fernandes grava dueto com Taylor Swift para próximo álbum





A cantora sertaneja Paula Fernandes quer aproveitar todo o sucesso,
 conquistado em 2011 para alçar voos mais altos.

 Depois de figurar na lista das 100 pessoas, mais influentes da revista "Época"
 desta semana, ela anunciou que fará um, dueto internacional no próximo álbum.

 O disco ainda não tem data de lançamento divulgada,
 Mas terá a ilustre presença da sensação country norte americana:
 Taylor Swift, que foi eleita a mulher do ano, pela revista Billlboard. 
Com muita coincidência fazem parte da gravadora Universal Music.
Segundo a revista "Época", Paula já gravou com Taylor uma música,
que estará presente, no seu álbum de duetos.

 Este será o segundo disco de inéditas da cantora sertaneja.
 O primeiro Pássaro de Fogo vendeu mais de 1 milhão de cópias.

Eu, Meu irmão e nossa namorada


 Um homem viúvo, que há muito tempo não tinha relacionamento com outra mulher,
 e descobre que sua irmã mais nova é a paixão de seu irmão.

Tele Cine Touch - Hs: 22:00 as 23:50 min - 13/12/11


O mundo sem ninguém!


Ondas de devastação!

Uma força enorme de água ameaça tudo o que o homem fez durante anos, 
até que ponto a Terra aguenta?


Canal: History - Hs: 18:00 as 19:00 - 13/12/11